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INCT-TOP realiza primeira reunião científica para fortalecer integração em pesquisas de Medicina de Precisão. Foto arquivo pessoal

INCT-TOP realiza primeira reunião científica para fortalecer integração em pesquisas de Medicina de Precisão

Evento reuniu pesquisadores, estudantes e especialistas para apresentar estudos e fortalecer a colaboração científica em Medicina de Precisão e Terapia Oncológica de Precisão

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Oncológica de Precisão (INCT-TOP) promoveu, no dia 29/5, a I Reunião Científica do programa. O evento foi realizado no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto, instituição-sede do projeto, em parceria com o Departamento de Imagens Médicas, Hematologia e Oncologia Clínica (RIO) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

A iniciativa reuniu pesquisadores, especialistas, estudantes e pós-doutorandos com o objetivo de ampliar a integração entre os grupos participantes e estimular a troca de conhecimentos sobre Medicina de Precisão e Terapia Oncológica de Precisão. A programação contou com apresentações de pesquisas e discussões sobre avanços científicos desenvolvidos nas áreas envolvidas.

Entre os destaques do encontro esteve a palestra do professor Antonio Carlos dos Santos, chefe do Departamento RIO da FMRP-USP, que abordou o tema “Quantificação da lesão neuronal in vivo com ressonância magnética”. Durante a apresentação, o docente destacou a infraestrutura tecnológica disponível na USP de Ribeirão Preto para o desenvolvimento de pesquisas científicas.

O evento também contou com a participação do coordenador do Laboratório de Inteligência Artificial do Centro de Ciências das Imagens e Física Médica (CCIFM) do Hospital das Clínicas da FMRP-USP, Julio Cesar Nather Junior. O pesquisador apresentou um estudo sobre esclerose múltipla que utiliza ressonância magnética quantitativa e inteligência artificial.

Segundo a diretora técnico-científica do Hemocentro de Ribeirão Preto e coordenadora do programa, Fabíola Traina, as reuniões científicas contribuem para fortalecer a colaboração entre os grupos envolvidos, favorecendo o intercâmbio de experiências e a discussão dos resultados das pesquisas em andamento.


Laura Madalossi

Dr. Fisiologia — Assessoria de Comunicação da FMRP-USP